Powered By Blogger

quarta-feira, 8 de maio de 2013

POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL, DNIT, CADÊ VOCÊS MEUS FILHOS?

Bem seguidores, gostaria de começar a falar desta postagem pedindo minhas sinceras desculpas sobre a qualidade de imagem, pois não estava com o meu mecanismo de captura de imagens de costume, e por isso a qualidade das imagens está ruim. Desculpa a todos!
As imagens foram registradas na rodovia BR-316, nas proximidades da loja ''246'' (sentido: Marituba - Belém , em frente a Pizza Hut), em um momento que o trânsito não estava totalmente congestionado, mas estava lento, e para a surpresa que não é tão surpresa assim, inúmeros veículos: motos, carros, vans, micros e ônibus; estavam fugindo de tal trânsito pelo acostamento (como pode ser observado nas imagens), colocando em risco a vida de pessoas que trafegavam pela calçada, pois no acostamento existem muitos buracos e alguns ônibus e micros estavam desviando por cima da calçada, colocando em risco os veículos que estavam ao longo dos estabelecimentos parados, pois passavam ''tirando fino'' podendo causar um acidente, além de que, os que passavam nos buracos, jogavam água com lama nos carros estacionados além de poder respingar em pessoas que transitavam por ali.
Nessa hora, comecei a me perguntar: Cadê a Polícia Rodoviária Federal para gerenciar o trânsito, já que em tal local é competência de tal órgão? Imediatamente comecei a me fazer uma outra pergunta: Neste caso, o que fazer? Para qual número telefonar? Para quem recorrer e falar o que está acontecendo? PRF? DNIT? A Presidente já está sabendo que a população não sabe do número para entrar em contato com estes órgãos? Já pensou se você sofre um acidente em uma rodovia federal, para qual número você iria telefonar?
Porém, neste caso, o que me resta é mostrar as imagens destes flagrantes, e mostrar que em nenhum momento a PRF - Polícia Rodoviária Federal estava ali ou passou por alí para averiguar a situação ou averiguar se algo estava saindo do padrão. Falta policial? Faz concurso! Vai fazer? As vagas que abriram são suficientes para suprir a necessidade da corporação? Falta frota de veículos para cobrir uma maior área? Tenho certeza que nesses casos, falta um maior empenho do Governo Estadual (mesmo que a BR seja de competência Federal, de tentar uma via de diálogo) e falta de empenho maior ainda do Governo Federal e dos Gestores da PRF-PA que deveriam ter um olhar global e detectar esses déficits para tentar repará-los, já que a BR-316 e seus KM iniciais está no ranking das 10 rodoviais que mais causam mortes no Brasil, por causa de motoristas como os que estão nos flagrantes como os registrados, e mais ainda na falta de fiscalização.
O DNIT não colocou inúmeras câmeras (araras/radares) e lombadas eletrônicas para monitorar a velocidade dos veículos? Porque não colocou junto câmeras que monitorassem o trânsito na rodovia, para que auxiliasse no trabalho dos Policias Rodoviários? Facilitaria bem mais a vida dos Policiais, ajudaria no monitoramento do trânsito e agilizaria o serviço dos Policiais em caso de acidente ou em caso de fiscalização no caso que estou descrevendo dos flagrantes abaixo!




















13 comentários:

  1. Caro Blogueiro,
    Acredito que essas infrações devem ser constantes neste local, portanto a PRF não pode ficar todos os dias ali orientando o trânsito, pois além da fiscalização de transito as atribuições são muitas como auxílios, combate ao crime, atendimento de acidentes, emissão de autorizações, entre outros. Só aumentando o efetivo mesmo. Neste caso a melhor solução é DNIT reconfigurar o trecho, sendo com tachões na linha de estacionamento ou podendo até mesmo cancelar a área de estacionamento ali para melhorar o fluxo.
    Na verdade falta é educação no trânsito.
    Me desculpe, mas não saber o numero de emergência da PRF é um erro seu.
    Se você tivesse mesmo intenção de ajudar ligasse em qualquer numero (190, 193) que lhe infomariam. Como socorrista, é uma obrigação sua saber os números de emergência.
    Quanto ao numero para ligar pra PRF (191).

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Caro seguidor,
      acredito eu que as infrações não sejam constantes em um determinado horário e local, sei que a PRF tem várias outras atribuições, por isso que no final cito que alem dos radares que foram colocados para fiscalizar a velocidade com que trafégam os carros, o DNIT também poderia ter investido em câmeras de monitoramento de tráfego para auxiliar no trabalho dos policias. Pode conferir que cito tal solução na postagem!
      A educação no trânsito só falta, pois tanto por parte Municipal, ou Estadual ou Federal, não são feitas campanhas educativas no que tange o trânsito, somente são feitas tais campanhas em grandes feriados, tais como: carnaval, páscoa, férias, entre outros. Acredito eu que a campanha de educação e conscientização no trânsito devesse ser permanente, pois assim os motoristas iriam verificar que as autoridades estariam todo tempo em cima e passariam a fazer somente o correto.
      Quanto aos número de emêrgencia, como socorrista é meu dever saber ele, porém, a população não sabe: numa VTR da PM você encontra 190, numa VTR do SAMU você encontra 192, em uma VTR do CBM você encontra 193, e nas VTR's da PRF, você encontra um número para telefonar em caso de emergência? Já conferi várias vezes, e nunca vi, só vi os números de ordem das VTR's.

      Excluir
    2. Boa noite parceiro, tudo bem? com relação à educação para o Trânsito, a PRF possui um equipe especializada que percorre empresas, escolas, comunidades, num trabalho de orientação e sensibilização em relação aos perigos do trânsito. caso o senhor tenha interesse em entrar em contato com essa equipe, o faça pelo email cret.pa@dprf.gov.br será uma honra atende-lo.

      Excluir
    3. Caro Adriano Ferreira,
      realizar educação/conscientização nas escolas, com as crianças e jovens seria o ideal. O ideal também seria realizar nas barreiras, assim como fazem as verificação de documentos e outros, a entrega de folhetos instruindo e relatando o que acontece em cada caso, ex.: o valor da multa por trafegar no acostamento e quantos pontos, etc.

      Excluir
  2. Eu acredito que falta mais educação do povo do que policiais, propriamente dito.
    A multa para trafegar pelo acostamento é de R$ 573,00. Mas, se o povão tive uma boa educação, não seria necessário aplicar estas multas.
    Infrações de trânsito? Será ocorrerão. A polícia, nenhuma polícia, é ONIPRESENTE. Por maior que seja o efetivo, não dá para colocar um policial a cada 1000 metros. Será que daria um a cada 100 km? Será? Duvido.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Concordo com você querido seguidor,
      porém, você pode verificar que a uúnica educação e conscientização que os motoristas recebem, é durante a ''auto-escola'' ou durante um feriado prolongado: carnaval, páscoa, entre outros, ou férias. Dificilmente você passa e está tendo uma campanha de conscientização, que não seja só para verificar documentação e ''distribuir'' multas e guinchar os veículos.
      O efetivo poderia até continuar o mesmo, se até mesmo o DNIT parasse e refletisse um pouco, e ao longo das vias colocasse câmeras de monitoramento de tráfego, o que facilitaria e ajudaria o trabalho dos Policias Rodoviários.

      Excluir
  3. Vamos acabar com a industria da multa! Vamos começar a ler e estudar o código de trânsito e pediu ao Ministerio Publicop que cobre do DENIT providencias.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Seguidor,
      A tal ''Industria de multas'' acaba a partir do momento que o governo de uma forma geral começa a fazer campnhas educativas no que tange o trânsito, para ajudar o motorista a se tornar um motorista melhor e consciente. Ler o Cógido Nacional de Trânsito, poucos leem, e os que leem mesmo, somente leem para fazer o exame da ''auto-escola'' e os outros para saber o que está certo e o que está errado para poder aplicar as multas.
      Falta sim, o Ministério Público intervir e cobrar do DNIT que imediatamente tome providências, pois é o Departamento responsável Nacionalmente pela Infra-Estrutura de Transportes.

      Excluir
  4. Prezado Lucas Moraes,

    Incialmente, sou servidor pertencente aos quadros da instituição Polícia Rodoviária Federal (PRF) e fiquei sabendo do seu blog por fórum. Não trabalho neste trecho de rodovia, tampouco neste Estado da Federação.
    Todo aquele que expõe seu trabalho está sujeito ao recebimento de críticas, não seria diferente com quaisquer órgãos públicos, incluindo o Departamento de Polícia Rodoviária Federal, o qual – desculpe-me pelo truísmo – pertence a União (pessoa jurídica de direito público interno). Aliás, é de bom tom observar que é legítimo e salutar que órgãos da Administração Pública recebam “feedback” pela prestação de serviços públicos, uma vez que finalidade deles é justamente o atendimento do interesse público.
    Em relação ao tema ‘onipresença’, é ululante que a PRF destaca-se por ser uma polícia ostensiva/preventiva executando operações de combate ao fenômeno criminógeno e às infrações administrativas de trânsito viário terrestre no âmbito de suas atribuições, entre outras competências constitucional e legalmente previstas. Entretanto, a escassez de recursos – orçamentários, tecnológicos, HUMANOS etc. – é natural de qualquer sociedade, mas bem acentuado em nosso país. A título de mera exemplificação, mesmo nos EUA – consoante informação verbal de um parente de PRF que reside naquele país – atravessam-se estados sem se ver a presença das “highway patrol”. Isso, que fique claro, não significa que não desenvolvem efetivo trabalho, mas sim que há impossibilidade real de ‘onipresença’ de qualquer polícia ostensiva no mundo.
    Quanto ao tema ‘infraestrutura rodoviária’, consigne-se que o órgão responsável por adequações no fluxo viário, no presente caso, é o DNIT. É atribuição deles. Cabe aos interessados exercerem o seu direito de petição (art. 5º, XXXIII, CF/88) para obter informações daquele órgão. Certamente eles darão uma resposta, motivando a viabilidade (ou não), dentro da reserva do possível, de promover a melhoria do trecho em comento. Percebi, ao longo de minha experiência, que muitos dos acidentes que atendi com morte em determinada rodovia simplesmente seriam evitados com uma modificação da malha viária de “pista simples” para “pista dupla”. Refiro-me a colisões frontais entre “carretas” e veículos de pequeno porte (automóveis em geral).
    No tocante ao tema ‘educação no trânsito’, o problema seria a ponta da pirâmide denominada de “educação no Brasil”. É muito importante que a PRF penalize os infratores para evitar (ou minimizar) a sensação de irresponsabilidade pelos atos dos respectivos infratores. Mas esse trabalho da PRF é a “ultima ratio” do problema de comportamento emulativo de condutores de veículos. Sem a educação adequada para o trânsito na formação inicial dos futuros condutores e UM PROCESSO CONTÍNUO DE RECICLAGEM, bem como campanhas educativas promovidas pelos governos federal, estadual e municipal, nunca conseguiremos “pacificar” o trânsito em qualquer canto de país, quiçá do mundo.
    Outro ponto que reputo importante é o de não nos olvidarmos que qualquer condutor de veículo automotor, antes de transitar em rodovias, inicia seu deslocamento de dentro de município. Ora, se os municípios efetivamente fiscalizassem tais condutores pouco trabalho teria a PRF. A verdade é que a maioria dos municípios são omissos por diversas razões (escassez de recursos para concursarem agentes para fiscalizar o trânsito, desinteresse político em tal atividade etc.). É muito comum a população, leiga do assunto, imputar a “conta” na instituição PRF, quando deveriam distribuir para outros entes e órgãos.
    Por fim, parabenizo você pela forma inteligente que expõe sua crítica (positiva) sobre o problema que afeta tal comunidade, sem utilizar de “baixarias midiáticas”. A sua postagem é sim muito importante para todos nós. Sugiro que procure todas as instituições corresponsáveis por aquele local para buscar a melhor solução possível.
    Atenciosamente,
    William

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Te agradeço, William, pela parabenização, e digo que além da educação como citei em uma outra resposta, que ao parar veículos para verificar as documentações, etc, fossem distribuídos folhetos nos quais falassem os valores das multas e quantos pontos o motorista poderia ser autuado na CNH. A educação pode sim existir no trânsito, e os órgãos podem colaborar como a Prefeitura de Belém está fazendo em um comercial recentemente sobre não fechar os cruzamentos, entre outros. Mas a educação começa de baixo, da base da sociedade, ou seja, das crianças e adolescentes, que serão futuros motoristas. Eles que devem sofrer uma educação/conscientização o mais breve possível, pois quando verem algo errado, irão comentar, quando verem os seus responsáveis fazendo algo, irão falar...

      Excluir
  5. Olá! Quero fazer só duas considerações: uma: a resposta a sua pergunta "Cadê a Polícia Rodoviária Federal para gerenciar o trânsito?", é: te garanto que não estava à toa, estava trabalhando, cumprindo a gigantesca demanda desse trecho aí. Pode ter certeza! Ninguém fica à toa na Barreira de Ananindeua. É impossível.
    Outra coisa: a falta de educação da população explica muita, mas muita coisa que acontece no perímetro urbano dessa BR 316. Campanha de educação porque o cidadão "só" recebe educação e conscientização durante a auto-escola ou durante um feriado prolongado??? Se ele foi educado e conscientizado nessas duas oportunidades e não deixa de cometer a infração, você vai me desculpar, mas a culpa é da PRF? TODO mundo, TODO MUNDO que transita pelo acostamento ali SABE que é errado, que não pode, que dá multa. Tanto que quando veem a viarura, voltam, fogem, tentam se esconder. Se o cidadão sabe que está errado e faz, como é que resolve? Tem que ter uma campanha educativa todo santo dia pra alguém dizer a ele "olha, filhinho, não pode andar no acostamento, viu! É errado e feio, ai, ai,ai", pra ver se um dia entra na cabeça dele e ele para??? Campanha educativa é pra educar, orientar, não pra dizer o que o cidadão tá careca de saber. Sabe o que funciona: multa! Infelizmente é assim que é. A maioria do povo no Rio não sai mais pra beber de carro porque tem blitz da Lei Seca e lá, niguém (nem polícia, nem político, nem famoso) fica imune a ela. Se ficasse na campanha educativa, tava morrendo gente no trânsito todo dia e o povo nem aí.
    No mais, o resto do texto é coerente e diz a verdade. A maioria das viaturas PRF aqui no Parané tem 191 estampado nelas e o número é amplamente divulgado para a população, qualquer um sabe. Aí, realmente não lembro se tem, e não sei nem se funciona o número 191 aí... Mas enfim, opinião da PRF aqui...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Querida Taty Dias,
      sei que a demanda do PRF's neste trecho é pouco para o imenso trecho, ou seja, o efetivo é pouco para muito, por isso citei no final da postagem que o DNIT poderia colaborar com o trabalho da PRF e instalar câmeras ao longo das rodovias, das partes mais perigosas (no caso em questão de tal trecho da BR-316) para colaborar com o trabalho da PRF.
      A educação no trânsito que quis falar, como já citei em outras respostas, é a questão de expor quanto é o valor da multa, quantos pontos o condutor pode pegar na CNH, etc, através de panfletos ao abordar os condutores nas barreiras nas fiscalizações de rotina.
      A questão dos condutores tentarem se esconder ao ver a viatura da PRF, é muito simples: Começar a ficar em pontos estratégicos, com giro flex desligado e VTR recuada, apenas verificando os que desobedecerem as normas de trânsito e aplicando as multas.
      Questão de Lei Seca entre outras, não irei abordar aqui, é um outro assunto que irei abordar numa outra postagem!
      Um colega me falou que as VTR's da PRF tem próximo a roda traseira o número 191, juro que sempre reparo em todos os carros oficiais e nunca reparei o número em nenhuma delas como ficam em lugar de destaque nas VTR's da PM, SAMU, CBM ...

      Excluir
    2. Sua opinião é sempre bem vinda, assim como a de todos!
      Obrigado pela colaboração.

      Excluir